A Importância de Codificadoras para a Rotulagem de Medicamentos de acordo com a ANVISA

A Importância de Codificadoras para a Rotulagem de Medicamentos de acordo com a ANVISA

A Importância de Codificadoras para a Rotulagem de Medicamentos de acordo com a ANVISA

A indústria farmacêutica é a que mais cresce no Brasil e cada vez mais o comércio de medicamentos fica em ascensão. Mas o processo de comercialização dessa mercadoria não é tão simples, para ter o último alvará com a permissão para a venda desse produto é necessário que tudo esteja em conformidade com as normas regulamentadoras, inclusive o rótulo. Mas qual a importância desse rótulo e quais informações devem conter nele? É o que veremos no post de hoje aqui no Blog do Grupo C.I.J.

Os rótulos de medicamentos são extremamente importantes, pois neles há informações que possibilitam: a identificação do mesmo durante sua distribuição e uso, o armazenamento, o rastreamento do medicamento da sua fabricação até o consumo, bem como orientações quanto ao uso seguro. Atualmente, a legislação em vigor que regulamenta os rótulos dos medicamentos é a RDC n°17/2000 que impõe que as informações devem ser disponíveis na embalagem de forma clara proporcionando a fácil leitura e entendimento do consumidor, visto que, uma simples informação errada ou mal interpretada pode causar uma drástica consequência. 

A RDC regulamentadora dispõe da necessidade de diferentes tipos de informação, mas a ANVISA alerta que para seja possível os clientes saberem de forma autônoma se um medicamento é verdadeiro e regulamentado é necessário que verifique algumas informações na embalagem do produto como:

a. O número do lote: o número impresso na parte de fora da caixa deve ser igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna

b. A data de validade do produto;

c. O número de registro na Anvisa;

d. O número de telefone para tirar dúvidas com o fabricante e

e. O lacre de segurança, inclusive para soros e xaropes.

De acordo com essa RDC rótulo é a identificação impressa ou litografada, bem como dizeres pintados ou gravados a fogo, pressão ou decalco, aplicados diretamente sobre recipientes, vasilhames, invólucros, envoltórios ou qualquer outro protetor de embalagem. Podendo o rótulo ser de uma embalagem primária, secundária, hospitalar ou múltipla. 

Sendo assim, etiquetas adesivas são geralmente utilizadas por apresentar maior praticidade de aplicação, possibilitando o uso complementar e indispensável de codificadoras industriais para imprimir dados variáveis como: lote, validade, número de registro etc.  Com o intuito de garantir qualidade e segurança, uma questão prioritária da Política Nacional de Medicamentos (PNM), a fiscalização de insumos e medicamentos farmacêuticos é realizada de maneira detalhada e envolve todas as etapas de produção, inclusive a rotulagem.

Em todos as embalagens é imprescindível que os números de lote e de datas de fabricação/validade sejam codificados de maneira legível e indelével. Por isso utilizar simplesmente marcação manual não é adequado nem confiável, uma vez que esse processo abre margem á erros e pode fazer com que a impressão saia com o tempo. A data de validade deve ser impressa tanto na embalagem primária que é aquela que tem contato direto com o medicamento durante todo o tempo, quanto na embalagem secundária que é a externa do produto, como uma caixa por exemplo. 

Posto isso, fica clara a necessidade de rótulos regulamentados nos medicamentos, a fim de torna-los confiáveis e passíveis de comercialização. E a indisponibilidade de Codificadoras Industriais para tornar esse processo acessível e livre de erros. 

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